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II Mostra Diagonal








Vale a pena você conferir o Catálogo clicando aqui


;D

Journalfiction - Um paraíso para quem?



"All perfect light and promisses gotta hold you
a new sensation, a new sensation right now"
[INXS]





Há alguns dias a turma recebeu um convite interessante. Numa manhã de sábado, estaríamos todos no mesmo bat-local para assistir a um filme e discutir sobre o tema que ele propõe. E muita gente aceitou. Não sabíamos exatamente do que se tratava, e eu preferi nem imaginar que tipo de filme seria.


Foi surpreendente. Tanto que resultou num texto lido por alguns amigos e solicitado por várias vezes a publicação dele aqui no blog. E hoje... eu decidi publicá-lo.  ;D




Para ler, clique na imagem que corresponde ao filme, ou aqui.


;D




*** Arquivo disponível em pdf ***

Cícero Filho no Jô



Autor do longa "Ai que vida", produzido no nordeste, com a atuação de amigos, e alunos da faculdade, participou do Programa do Jô Soares, na Rede Globo, e terá sua entrevista exibida daqui a pouco.

"Ai que vida" virou febre, e assim como o "hare baba" de Caminho das Índias, tem seus jargões repetidos pelo povo que não se intimida ao imitar seus personagens. "Casa com o Gerald mulher, ele é rico" é o que mais escuto por aí.

Vamos ver de onde saiu tamanha inspiração para um filme tão popular, e tão próximo da realidade interiorana de alguns municípios próximos daqui. Retratar a pobreza de forma cômica é no mínimo estimulante. Porque no fim você acaba retratando a riqueza maior encontrada no afeto, amor e compaixão que as pessoas mais humildes ensinam aos ditos "grandes".



Cícero Filho - Cineasta

Curta Yansan

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"Iansã tem um leque de penas
Pra abanar em dia de calor"

[Canto de Iansã]



Yansan, é um orixá (divindade). Senhora dos ventos, dos raios e das tempestades segundo a mitologia yorubá (africana). Para o Candomblé, ela foi mulher de Ogum (com quem teve nove filhos) e depois foi mulher de Xangô, que foi o seu verdadeiro amor.


"Yansan e Xangô vieram juntos ao mundo. Um pertence ao outro. Eles morrerão no mesmo dia"


Mayra Lucas e Carlos Eduardo Nogueira decidiram contar essa estória de um jeito mais moderno, com muitas cores, brilho, mas não com menos fábula. Você se encanta do mesmo jeito, principalmente pela voz inigualável de Milton Gonçalves. O resultado você confere logo abaixo.






Yansan é vencedor de 10 prêmios em diversos festivais
nas categorias filme e animação.


Você encontra mais no Porta Curtas
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A Mulher Invisível

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"A woman left lonely will soon grow tired of waiting
she'll do crazy things, yeah, on lonely occasions"

[Janis Joplin]



Era uma quarta feira a tarde, a preguiça de levantar era tremenda, mas as recordações da noite passada me fazem decidir levantar e me arrumar para ir ao cinema com amigos. "E lá vamos nós..." (by Bruxa do Pica Pau)

Com ingresso na mão para assistir "Intrigas de Estado" com Ben Affleck e Russel Crowe, o interesse era intenso mais pelo tema (Jornalistas metidos em investigações de um crime) que pela atuação em si. Bem... para lá eu seguia. Mas ao chegar no cinema vejo que está em cartaz "A Mulher Invisível", novo filme de Selton Melo. Adivinha só o que escolhi?

A cada dia, o homem materializa um ser inexistente para os demais, uma extensão de si mesmo, com detalhes de anjos na beleza e demônios nas atitudes impulsivas (ou seria o contrário?). Fazendo uso das comparações, assim que o filme começou eu lembrei de "Day-o - Um amigo de infância", e da filosofia radical e surreal de Tyler Durden, em "Clube da Luta". Mas não é a primeira vez que o cinema brasileiro cai nas garras da esquizofrenia ou tendências espiritualísticas. Em 2006 foi lançado o filme "O Amigo Invisível", que fala sobre Tixa, uma garotinha de sete anos que tem um amiguinho que só ela vê.




Tudo bem, este é diferente. Não porque é brasileiro, ou porque tende mais para o humor que para o drama, mas porque se trata de amor, de uma paixão louca e a principio tão perfeita que faz de Pedro Albuquerque (Selton Melo) um mero escravo da sua própria imaginação. Pedro vive isolado, só tem um amigo: o irmão Carlos (Vladmir Brichta), o típico malandro.

O que ele não sabe é que sua vida é vigiada pela vizinha Victoria (Maria Manoella) apaixonada por cada frase dita por ele ao chegar em casa e começar a dividir seus planos e desejos com uma mulher perfeita criada por ele, chamada Amanda (Luana Piovani).

O filme vai te dar um nó para desatar, cenas para gargalhar e um pouquinho da agonia de Pedro para levar pra casa. Porque às vezes somos todos invisíveis... né?


;)


A idade das memórias

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"Só vemos as coisas da melhor forma
quando estamos prestes à deixá-las.
Daí é como se fosse a primeira vez,
parece que tudo está brilhando"

[Alice - How About You?]


Alice e Helle observando a paisagem do rio


A terceira idade é mesmo algo intrigante. Às vezes você não sabe porque certos velhinhos se entristecem ou ficam extremamente zangados tão rapidamente com algo que você faz ou fala. Tudo o que você fizer a eles (ou para eles) deve seguir um ritual, deve ser bem pensado de acordo com o que eles acreditem que seja uma boa conduta, uma boa maneira, uma boa forma de abordá-los. São como bichinhos indefesos que precisam de um motivo para confiar em você primeiro, para depois deixá-lo invadir sua privacidade tão particularmente resguardada.


Meus três avós estão vivos (duas vovós e um vovô), e costumo dizer que sou abençoada por isto. Nem todo mundo tem essa glória de conviver com os valores dos avós e ouvir ditos populares do tempo deles como "homem é assim, vc dá a mão, e eles querem o pé" (oaheoeuhaoeuae!). "Eu vou me zangar? Pra quê minha filha? No cantar do sabiá eu tô na cozinha fazendo o chocolate dele, que chega, me dá bom dia, e a gente dança denovo". Estas são palavras um tanto sábias da minha avó Iracema, que tem muita culpa em relação a minha maneira de ver o mundo.


Vovó Iracema Lemos no seu aniversário de 83 anos


Fui criada pelos meus avós, praticamente. Meu pai é músico, tocava a noite inteira e precisava dormir durante o dia. Minha mãe era professora, trabalhava o dia inteiro e só nos via a noite. Meu irmão e eu vivíamos passando o dia na casa de um e de outro, dos três vovozinhos. A vó Iracema fazia bolos, comidinhas coloridas (batidinho com quiabo e abóbora), contava histórias de sua juventude, quando fugia de casa pra dançar com o vovô e eu adorava ouvir tudo isso pra zuar depois.


Meu avô Nonato, vai ter pra sempre a alma de boêmio. Ainda hoje toma um punhadinho de vinho "porque faz bem para o coração" (haoehaouhaeh!). Ele trabalhava como técnico em eletrônica, sua casa era cheia de televisores velhos, rádios em formatos estranhos, cheios de curva, botões enormes... E também tinha muita música e muito pó. Vovô ainda hoje faz mágica com o seu pó do pirimpimpim.


Vovô Nonato brindando o aniversário da Vovó


Os dois criaram o hábito de acordar cedo (religiosamente às 4hs da manhã), tomam seus banhos (cada um em seu banheiro), ele arruma a cama e depois senta à mesa, enquanto ela prepara o café da manhã. Eles tomam o café assistindo tv, depois ligam o som. Geralmente num samba ou chorinho das dezenas de cd's e lp's que ele tem na sala. E os dois dançam... Dançam e falam do "antigamente" com um sorriso na face. Hoje cedo cheguei lá e eles estavam dançando e sorrindo. Os olhos da minha avó brilhavam, e ele (que quase nem caminha porque os pés estão sempre inchados) sorria da própria dificuldade que sentia em dançar como antigamente.


Minha outra avó, Ozita (aquela dos leques), era meio que o oposto disso. Apesar de ser mãe do músico, ela não ouvia música em sua casa (exceto nos dias de festa). Assim que se aposentou, minha avó vivia cuidando da sua casa imensa, recebendo visita de parentes que moram longe e sempre buscavam o apoio dela em alguma coisa (nem que fosse pra brigar), e vivia como se fosse a Chefia-Mor da família, aquela que a todos aconselhava. Ninguém dava um passo sem o consentimento dela.


Vovó Ozita e seus leques


Os dias na casa dela eram de desenhos na frente da tv, de comidinhas maravilhosas (paçoca feita com carne de sol e rodelinhas de banana, pudim de leite), mas também muita ordem. Ela me ensinou a datilografia, e eu digitava textos enquanto ouvia suas frases bem diretas "treine para ser mais rápida". Poderíamos brincar sim, mas nada de sujeira, bola ou brinquedos que pudessem quebrar ou danificar suas coisas. Os jogos eram de raciocínio (stop, adedonha, dominó, banco imobiliário). Filmes eram muito bem vindos, desde que houvesse uma lição de honra.


Vovó perdeu o esposo cedo, com cinco filhos para criar. Passou fome, estudou com a ajuda de amigos que a ensinavam tudo, e conseguiu um emprego digno, que a fez crescer ao ponto de praticamente sustentar a família inteira e mais um pouquinho. Quando a aposentadoria chegou, os problemas também vieram e ela começou a se preparar para o pior. Fez isso com o apoio dos filhos. E apesar de muitas vezes parecer amargurada, zangada ou fria como um general, ela era amável e doce. Seus beijos e abraços estavam sempre presentes, assim como as explicações para o "vc não deve fazer isto porque...".


Em 2002 ela teve um derrame, uma esquemia cerebral. De lá pra cá, quem sempre cuidou da vida de todos, teve que se acostumar a vivenciar o outro lado da moeda. Agora é ela quem recebe todos os cuidados do mundo, e não vive sem estes. Ela não anda, tem dificuldades de fala, mas tem lucidez e um senso de humor fantástico. Lembra de tudo, se esforça e consegue se expressar quase sempre. Teve que deixar sua imensa casa de lado para morar em minha pequena casa. Sorri e me beija quando eu pulo na cama dela, dou bom dia e digo "minha benção vó?". Hoje ela sorri por mais tempo, e aproveita mais a companhia das pessoas observando-as calmamente em seu cantinho.


Vovó Lilás e Vovô Noel brincando no último natal


Até quando vou ter essa benção do convívio com eles, eu não sei. Mas eu sempre tive a certeza de querer aproveitar todo o tempo que me resta. Às vezes eles são intolerantes com eles mesmos, às vezes se entristecem e se zangam com alguma coisa aparentemente boba, e eu dou o tempo que eles precisam para processar mentalmente o ocorrido. Mas depois eu volto em busca do meu sorriso querido... E eles me dão.


E tudo brilha...


Helle e os quatro idosos do filme


Há alguns dias assisti ao filme De bem com a vida, cujo título original é How About You?, e me deu vontade de compartilhar aqui algo que pudesse expressar a minha relação de gratidão com os meus avós, e pedir a todos que assistam. Porque o que se vê por aí são pessoas maltratando seus velhinhos sem pensar no que eles devem ter vivido. Algumas pessoas simplesmente não respeitam suas decisões absurdas e seus desejos mais íntimos de quietude e recolhimento. Elas tentam arrancá-los de suas tristezas como fazem com qualquer outra pessoa.


Mas eles não são como uma pessoa qualquer. São de outra época, vêem de outros costumes e demonstrações de afeto, da época em que o perguntar "se vc quer passear comigo", era bem mais gentil que simplesmente sequestrá-los para uma tarde em algum lugar diferente. Corremos demais, e não podemos exigir que eles nos acompanhem. Porém...temos um jeito de fazer isso.

Helle atendendo ao pedido de Alice: "mais rápido!"


O filme fala de uma moça chamada Helle, que vai passar uns dias no Azilo que sua irmã construiu depois da morte do marido. As coisas não vão muito bem por conta de quatro velhinhos ranzinzas, que espantam todos os outros clientes com suas reclamações e desaforos. Mas basta uma boa dose de verdade, mesclada a carinho, atenção e "ocupação" para que eles despertem coisas melhores dentro de si, e mostrem um lado que até então era desconhecido.


A maioria das fotos são do filme, que vale a pena ver. Porque as vezes nós, ditos jovens, agimos como se fôssemos mais rabugentos que os velhinhos os quais convivemos, e é sempre bom um tapa na cara com um pedido de "ei! aproveita a vida!". Por estas e outras, fica aqui o meu pedido:


Sejamos para sempre jovens.


Geórgia Summers brincando com bolas de neve



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A melhor de todas as esperas...


Até agora, a melhor de todas!

É a única coisa que posso dizer sobre "Anjos e Demônios", que já foi comentado neste blog.

Para um filme que foi feito "nas coxas", sob pressão e proibição, tudo é muito belo. E apesar das mudanças (in)esperadas, eu fiquei encantada DENOVO!

Perfeito!

Se puder, assista!

O que eu quero ver o mais rápido possível... [Parte2]


Anjos e Demônios



Eis o trailler do filme mais esperado de todos os tempos.
xD~
...vou morreeeeeer!


Angels and Demons
15/May/2009

Para minha sorte, algumas fotos oficiais do filme foram divulgadas, além do trailler acima. Estou relendo o livro de Dan Brown, mas desta vez, numa versão ilustrada. E pelo que vejo, tem tudo pra ser um filme e tanto!
Lógico que ao ver a descrição de pele morena para Vittoria Vetra, imaginei logo a Hale Berry no papel. Mas como não me decepcionei em Código Da Vinci com a atriz escolhida para o papel de Sophie, tenho as melhores expectativas em relação à nova escolhida.


Agora é esperar... Maio parece tão longe.
Seguem as fotos...













I love you Robert Langdon... aouehaoeae!
;D




Apenas Assista...

"Ação em Rede"
Por: Patrícia Klein

Mapas do Corpo - TMJP2!


O projeto Mapas do Corpo se inicia na próxima segunda-feira (dia 22) às 20hs. Durante toda a semana, o evento segue com atividades diárias no Teatro Municipal João Paulo II.


Na abertura, o encontro-palestra "H da Dança – A dança do passado no presente" com o coreógrafo e bailarino Marcelo Evelin.


Em sua terceira edição, o projeto traz como convidados Rafael Alvarez, de Portugal, e a Jornalista especializada em dança, escritora e crítica do jornal O Estado de São Paulo, Helena Katz.

Música, bate-papo, lançamento de livro e espetáculos: o corpo como teoria e prática.

Vamos?


Você confere a programação completa aqui --->
www. tmjp2.blogspot.com

No cinema com Thanys Killian

Acho que o vídeo já diz tudo.
Te vejo lá?


Você é tudoooo!

Dia 02/09/08
Teatro 04 de Setembro
Às 19hs.

Entrada: R$ 1,99!

Balanço da Semana [Parte 1]

Ela começou bem interessante sabe?


Pela primeira vez, assistí "Shine - Brilhante". Eu sou apaixonada por filmes que envolvem virtuoses (principalmente se for de Piano e/ou Violino), e este além de mostrar um belíssimo exemplo de esforço e dedicação, rendeu o Oscar de melhor ator a Armin Mueller-Stahl, embora para mim o melhor ator tenha sido Geoffrey Rush, que interpretou David - o brilhante! xD

Ao contrário dos amigos que assistiram comigo, não consegui ter raiva do pai de David, que o obriga a estudar piano e viver em função disso. Lógico que eu não faria isto em seu lugar, mas foi esta euforia, raiva, carinho estranho e confusões psíquicas que criaram o David Helfgott que eu adoraria conhecer...



David é como se fosse uma máquina. Mas é uma máquina que tem sonhos, dores, calor, e dúvidas. "Eu sempre concordo com tudo", diz ele. Mas concorda por medo. Ele não tinha muitas opções, ou concordaria ou apanharia até a morte. Na sua adolescencia ele só teve liberdade nos momentos em que trocava cigarros, sons e estórias com a sua amiga escritora anciã, que aliás, parece a minha avó; Ou, quando fugiu de casa em busca de seu sonho americano e foi renegado por seu pai.

Vida conturbada David. Mas aprendí uma coisa com vc que aprendí com poucos...
Ver o lado positivo de tudo, mesmo quando aparentemente não há.


Ah... há muito tempo eu não chorava ao assistir um filme.
...e talvez o tenha feito porque me sinto tão autista quanto ele. Só me falta a asma dar uma trégua pra eu tentar pular na cama elástica, ouvindo alguma sinfonia...

E na vida real, você continua o mesmo David?
Vamos ver um vídeo do ano passado...




;D

O que eu quero ver o mais rápido possível...


Batman - O Cavaleiro das Trevas (Batman: The Dark Night - 2008)


Wolverine (X-Man Origins: Wolverine - 2009)



Liga da Justiça (Justice League of America - 2010)

ô espera cruel...

Meu período agridoce...e os filmes!

Como um ato de desespero, me agarrei aos dois cinemas.
Curti a solidão quase deitada numa "Love Seat".
A pipoca e o refrigerante me abraçaram forte,

e me senti tão leve,
tão bem.



Há algum tempo venho cultivando o desejo louco de ir ao Festival de Inverno em Pedro II. Tenho amigos que sempre vão conferir e não me poupam dos detalhes e de toda a delícia da empolgação. Infelizmente, este ano (mais uma vez) não pude me fazer presente. Embora o desejo de sentir aquele friozinho no morro do gritador (cantador...sei lá! ahouahe!), deixasse meu coração ao ponto de sair pela boca. * sufoco o grito da alma *



Nas duas folgas que tive, chamei Deus e o mundo para dar uma volta pela cidade, dançar, conversar, tomar alguns drinks de laranja e seguir os ensinamentos do ilustríssimo Professor John Keating (aquele da Sociedade dos Poetas Mortos...lembra?) quando gentilmente solicita CARPE DIEM! Em bom português "Aproveite o dia!" .



Ah... mas não tive sorte. Parece que todos os meus amigos resolveram me dar um gelo porque eu nunca estou de folga quando eles querem sair comigo. Tudo bem, ter um horário diferente (viver a noite e dormir de dia) pode parecer até uma desculpa esfarrapada, mas eu gosto de trabalhar com aviação. =D Mas também gosto de vocês tá?





Como um ato de desespero, me agarrei aos cinemas!

O primeiro, da série de filmes que ví, foi "Speed Racer". E dei boas risadas com o Gorduchinho e seu macaquinho. Saí do cinema meio tonta, mas é um filme legal demais! Nunca lí suas tirinhas, mas aquelas luzes, prédios e aeronaves me lembraram a "Família Jetson", e sua cidade futurista, embora os penteados e roupas utilizadas pela família Speed regressem aos anos 50. Basicamente um filme tão interessante e leve que me deu vontade de levar meu irmão de cinco anos para assistir.



No outro dia, minha amiga Antônia e eu, assistimos ao novo filme do príncipe Keanu. "Os Reis das Ruas" não é exatamente o que imaginei. Mesmo com todo o brilhantismo do Sr. Reeves e seu jeitinho cambota de andar; De Hugh Laurie como uma espécie de espião (ou seria inspetor?) onde a sua primeira aparição (em um hospital) me fez pensar que estava assistindo ao Dr House (aheouaheou!); E por fim, a aula teatral que Forest Whitaker nos dá em suas últimas cenas, tão boas quanto as caras e bocas de Hugh Laurie.





Lí uma crítica do G1 que me fez imaginar "Os Reis das Ruas" numa tensão sem fim, como aquela que "Ponto de Vista" me proporcionou. Mas ao contrário do segundo, o filme de Keanu não é tão surpreendente assim. Tanto que no começo do filme eu já havia sacado quem era o vilão... (mas eu não conto!). Legal é...mas eu esperava mais.


Depois disso, me aventurei na estréia do novo cinema, e resolvi conferir "Super Heróis". Seria tão engraçado como o trailler? Pois bem, só posso afirmar que vou assisti-lo novamente por não ter entendido muita coisa. Como se trata de besteirol tipo "Todo Mundo em Pânico" (só que como sugere o nome, satirizando os super heróis) e meu conhecimento em relação aos heróis não é grande coisa, preciso ver denovo.




Algumas coisas me fizeram bolar de rir (sozinha, porque as pessoas que estavam lá pareciam não entender a piada), como na hora em que o vilão pega um cd de instalação da Microsoft pra ter acesso a um programa que iria dizer quantas pessoas ele teria que matar pra conseguir a imortalidade. Ah.. nesta hora eu soltei uma "gaitada tão grande" (*do Piauiês = risada fora de controle). Todos olharam para mim, e os mais próximos pergutaram: "o que foi, que eu não entendi? " ... aí era que eu ria mais ainda! (cara...cd de instalação da Microsoft! kkkkkk!!! Seria Bill Gates um Super Herói? Afinal, ele tem a solução pra tudo né?)



ouaheouahe! Deixa pra lá...


Até mesmo porque acabei de chegar do cinema novamente. Fui levar meu irmão de cinco anos, como havia desejado há alguns dias, para ver Speed Racer. E o resultado? Saí tonta!


Não sabia se olhava pra tela, ou se olhava para ele, que estava em pé na minha frente, fazendo todas as mímicas possíveis e gritando: "Eu vou conseguir ultrapassar vc! Eeeeeu vou vencer!"...


E eu... me divirto!


;D

Conduta de Risco

"A equação é simples: quanto menos sujeira, mais fácil de limpar"
(Michael Clayton)

"Eu sou Shiva. O Deus da morte"


Hoje assistí a um filme muito interessante. Aliás, lembro de ter visto cenas dele na Cerimônia do Oscar, onde Tilda Swinton (que interpreta Karen - a vilã) levou a estatueta de melhor coadjuvante.

Não fazia idéia do que era o filme, até um dos apresentadores tecer certos comentários que vão de encontro à minha concepção de que os filmes ganhadores do Oscar, em sua grande maioria, não são os melhores na realidade. Foi aí que comecei a procurar a lista dos indicados e dos que quase chegaram lá...

Estou assistindo um por um, calmamente, dando intervalos de no mínimo 15 dias entre um filme e outro para "não bagunçar as idéias". E se fosse votar no melhor filme agora, com certeza tería sérios problemas já que não sei dizer se o melhor é Conduta de Risco, Senhores do Crime ou Ponto de Vista.

Ah, mas quem sou eu para criticar tal premiação. Gosto é indiscutível mesmo, então não levem a mal minha "opiniãozinha". O fato é que filmes intrigantes me ganham de qualquer jeito. Principalmente se tiver mais joguinhos de raciocínio e menos chororô.


Leia mais sobre: Conduta de Risco (Michael Clayton - EUA, 2007)

Você já ouviu falar em Filmes / Shows 3D ?




Com certeza vc já deve ter visto (ou até mesmo, ter escutado) este termo por aí. Mas a verdade é que ainda somos bem leigos no assunto. Pouco se sabe sobre esta tecnologia (muito utilizada em games) agora adaptada para cinema. Há um movimento bem forte de grandes diretores, atores e cinéfilos que defendem os filmes tri-dimensionais como uma forma de acabar com a pirataria, trazendo o público de volta aos cinemas.


A tecnologia parece simples, com o uso de imagens digitais, projetores e computadores, que podem ter suas informações compartilhados por satélites. Isto pode fazer com que tal evento /filme / show tenha uma projeção quase que simultânea em todo o mundo, ou não (isto vai depender do que se quer apresentar). Tudo isto bem distribuído numa sala de cinema, com um público munido de seus óculos bicolores. Mas não é tão simples assim. Trata-se de um projeto grandioso, com telas gigantescas e som impecável.


É lógico que existem várias formas de se trabalhar a imagem tridimensional. E isso podemos perceber ao assistir Matrix, O Senhor dos Anéis ou o Titanic, que trazem embutida em sua essência, movimentos, cores e formas que projetadas em telas gigantescas, poderiam chamar a sua atenção bem mais que qualquer outro filme. Tanto que James Cameron (Titanic) e Peter Jackson (O Senhor dos Anéis) são grandes apreciadores e lutam a favor de investimentos neste modelo de entreetenimento que agora, também pegou Bono Vox e sua banda pelo pescoço.


Em viagem pela América do Sul, o grupo U2 resolveu gravar imagens dos shows da Tour Vertigo. Estas copilações trabalhadas e editadas em Tecnologia 3D ganham uma nova roupagem e estão deixando milhares de fãs eufóricos (como eu), querendo ver de perto esta belezinha.


Conversando com a minha amiga Mariana Arraes, pude conferir o trailler, que por sinal, é magnífico...e vc pode assistir logo acima (aproveite para conferir o site também, porque vale a pena). Se você tiver a sorte de conseguir assistir, me chame para conversar, pois há quem diga que é uma sensação ímpar, e eu quero morrer de inveja (hahah!)... Leia aqui um relato!




Pelo que sei, a primeira banda a fazer um show 3D foram os Gorillaz, uma banda virtual criada por Jamie Hewlett (produtor e criador de HQs) e Damon Albarn (vocalista do Blur). Dizer que U2 está inovando, não me atrevo a dizer... Tudo bem que Gorillaz é uma banda virtual, mas no vídeo logo acima, Madonna divide o palco com eles em 3D. E apesar deste corpo escultural, ela não é virtual ;P


Não deixem de ver o quanto isso é legal!


Se ainda assim não deu pra ter uma noção exata do que é um show desses, vou deixá-los com o melhor vídeo dos Gorillaz. O começo de um show arrepiante com o hit que com certeza você também cantou demais: _Clint Eastwood!




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Da Série - Filmes que eu preciso assistir... (Parte I)




The Killing of John Lennon (O Assassinato de John Lennon), o filme (intitulado "quase-documentário") escrito e dirigido por Andrew Piddington é uma “viagem” entre os neurônios insanos de Mark David Chapman, o segurança que se dizia fã, e aos 25 anos de idade, matou o maior ídolo do Ye-ye-yê, em 08 de dezembro de 1980.



Loucura?
Talvez.
Insensatez?
Não duvido.
Mas porquê?



Hummm... talvez em busca desta resposta, o filme tenha sido produzido. Estar louco é uma resposta infeliz demais pra se crer... principalmente quando se tem uma ligação muito forte, ou o exato oposto desta suposição.


Filmado nos locais exatos onde tudo aconteceu, de acordo com depoimentos do próprio Chapman, o tal filme começa com uma de suas polêmicas frases: “Eu não era ninguém, até matar o maior cara do mundo”. O filme foi lançado na Inglaterra, no dia 7 de dezembro de 2007. E pelo que pude perceber, não foi tão comentado por lá. Mas esta semana (dia 02 de janeiro de 2008) o mesmo filme foi lançado em Nova York, e o reboliço está nas páginas dos principais jornais como Mirror e New York Times.


Stephen Holden, um dos críticos que escrevem para o NYTimes, foi categórico em seu review: “If 'The Killing of John Lennon' is a well-made film, it is also a total bummer” ("...se 'The Killing of John Lennon" é um filme bem-feito, é também um total desastre”), e ainda argumenta que "embora o filme não te peça pra gostar do Sr. Chapman, ele te obriga a passar quase duas horas em sua companhia pertubadora, e isso é demais quando se trata de algum estúpido que qualquer pessoa ignoraria minutos depois de iniciar uma conversar em um bar”.










O "estúpido" aí é representando por Jonas Ball, um ator pouco conhecido por ter se dedicado muito mais a séries de Tv, que a filmes. Mas, segundo os críticos, interpreta tão bem quanto Robert De Niro, sendo um pouco mais bonito que Chapman. xD



No site oficial do filme, Andrew Piddington comenta que “o filme não condena ou exonera Mark David Chapman e, embora se trate de um filme 'humano', não é compassivo de nenhuma forma com ele”.



Embora eu tenha crescido cantarolando “I feel fine”, eu desejo saber como realmente vou me sentir vendo este filme. Já que sou fã de Lennon e, contrariando os demais, não sou de ignorar estupidez qualquer... Se assim fosse, tería desistido de assistir Laranja Mecânica em seus primeiros minutos... xD




Vamos dar um crédito! Quem sabe alí possamos encontrar algo mais...a tal mensagem que ninguém conseguiu ler nos anos 80, quando, fisicamente, eu ainda nem pertencia a este mundo. Quem sabe eu me emocione tanto quanto mais tarde, ao assistir "Os Reis do Yê Yê Yê" (A Hard Day's Night) na rede globo. ;D



Fontes:
Stephen Holden - The New York Times
The Killing of John Lennon Official Site
The killing of John Lennon's Review - The Mirror

E o Piauí perde um talento...

Alan Sampaio

Que tal a gente se encontrar por lá?


Me diz se não é uma bela opção?!

A hora é do Wagner...


Daqui a pouco ele vai receber o prêmio de Ator do ano (bem merecido), porque todo mundo sabe que depois da morte de pessoas tão fantásticas como Raul Cortêz, Nair Belo, Gianfrancesco Guarnieri e agora Paulo Autran, são poucos os atores "di catiguria" suficiente pra preencher o lugar que estes deixam.

Este moço que interpretou o Capitão Nascimento realmente surpreendeu boa parte do público com seu talento. O cinismo de Olavinho não cairia bem em qualquer ator... E a força moral junto ao conflito emocional do Capitão Nascimento foi muito bem representada por ele.

Aaaaa...mas eu não vou falar do Tropa de Elite! Não vou mesmo!!!
Até mesmo porque não dá pra ficar repetindo lugares comuns para algo tão "perfeitamente" encaixada na lista de best sellers do cinema brasileiro.

Do Tropa de Elite só dá pra dizer uma coisa... é um perfeito "Pulp Fiction" da cidade do Funk.
E quanto ao Wagner Moura... moço pacato, muito sério, inteligente (já leu o artigo dele?), Jornalista por formação, um dos melhores atores de hoje... mas que bundinha hein? Adorei o reboladinho! E digo mais...

É O KUBI tchek tchek tchek!!!

E aproveitando a tal reforma que o governo decidiu fazer no Planalto:

VAI NIEMEYER! VAI VAI NIEMEYER!!!

auehauheuaheua!!!




(O senhor tá de sacanagem, Sr. 01?)
 
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