Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens

O que tem me tocado...

Love is a poor man's food. Don't prophesize,
I could hold you in my arms.
I could hold you forever"

[Ray Lamontagne]



A minha sede musical continua pulsante. 
Mas na hora de ligar a playlist, a calmaria toma de conta...


Gregory Alan Isakov 




Damien Rice and Lisa Hannigan




Marketa Irglova and Glen Hansard




Ray Lamontagne





Angus and Julia Stone






Eddie Vedder and Cat Power





Não. Desta vez não vou escrever aquele texto enorme!
A essência deste post está em apreciar tudo com os ouvidos.  


Divirta-se.

A arte de Côgo









Neste fim de semana tive o prazer de conhecer um pouquinho das belas artes do carioca William Côgo . Ví os dois curtas produzidos por ele e procurei outras coisas. Acabei encontrando dados sobre concepts de artes bem conhecidas como "Sítio do Pica-Pau Amarelo", e da "Luluzinha teen e sua turma".


De acordo com seu blog, ele só entendeu o que realmente significava "ser ilustrador" quando foi aluno do grande Rui de Oliveira (brasileiro vencedor de 18 prêmios pelo mundo). 


O que me faz registrar sua arte aqui é a surpresa do chôro. Meu avô costumava tocar flauta pela casa, acompanhando o batuque do Pixinginha que pulsava na velha radiola. E isso ainda é muito forte pra família inteira. Todos ainda escutam nas festinhas de família e se balançam com o sopro. Ver algo que lembre isso é no mínimo bem engraçado! xD


Pois bem... deixarei os vídeos para que você também se encante com o ritmo, as cores e os traços do Sr. Côgo. Vai que você também lembra de alguma coisa né?



E o vento... Me levou!









Ficha Técnica
Produção Labareda Design  //  Animação Pedro Iuá  //  Finalização André Lordello
Música Pierre Descaves  //  Clean-up e Pintura Elora Soares  // Sonorização Leo Mendes








Alma Carioca: Chôro de Menino








Ficha Técnica
Produção Labareda Design  //  Roteiro e Direção de Arte William Côgo
Produtora, Som direto e Montagem Youle Produções

Música Pixinguinha, Caio César




*Vídeos disponíveis no Porta Curtas*

Backstreet's Back All Right?


No...

"And now I'm shattered
from the chip in my heart

kept taking it 'till it broke"


[Backstreet Boys]









Uma das mais belas lembranças da minha adolescência envolve os Backstreet Boys e a descoberta de algumas facetas como a sensualidade, as paquerinhas no shopping, o primeiro amor... e o primeiro fora. Depois do primeiro fora, a mudança pode ser tão grande que você nunca mais será a mesma.


Lógico que isso também depende do meio. Talvez se minhas conselheiras tivessem sido outras, as coisas hoje não seriam as mesmas. Conversava muito com a minha mãe, tínhamos uma relação de irmãs. Mas também conversava muito com algumas amigas tão sonhadoras e otimistas quanto eu. E naquela época, era comum trocar o mocinho que te deu um fora, pela atenção inebriante que um artista poderia dar a você. É coisa de segundos, que ultrapassa os limites da câmera, e encantava meus olhinhos com tanto carisma (ou teatro...como queira) e talento.


O fato é que o mundo de sonhos começou a tomar conta de mim. E eu me perdi nele.
Enquanto a minha prima Carla dizia que casaria com o Nick Carter, eu dizia que casaria com o Kevin Richardson, e nós seríamos as pessoas mais felizes, viajando o mundo inteiro com os nossos maridos perfeitos... hahahahaha!


Ela desistiu da ideia (virou forrozeira) e eu continuei apreciando as obras dos rapazes de Orlando. Daí já não pensava em casamento, e muito menos no quanto eles eram bonitinhos. A beleza caiu na rotina, mas o som produzido ainda não havia tomado este rumo. Nesta mesma época eu já me interessava pelo canto, e era completamente apaixonada por vocalizações de pequenos grupos. E os Backstreet Boys sabiam fazer isso muito bem...







Eu gostava muuuuito de Pop (coisa que um certo LP da Madonna me ensinou bem), e as infinitas possibilidades em relação ao canto e às danças me impulsionavam a cada vez mais consumir este "produto" mesclado a outros estilos ou não. Depois dos dois primeiros álbuns (BSB e Backstreet's Back) veio Millenium, Black and Blue, Never gone, e alguns singles... todos com uma evolução vocal incrível, principalmente de Brian Littrel, AJ McClean e Kevin Richardson. 


Daí a coisa esfriou, e a banda entrou em um hiato inexplicável. Com o cd solo de Nick (em 2002) e o cd solo de Brian (em 2006), vem a pior notícia: Kevin sai da banda. Bem aí eu imaginei o enterro de uma série de álbuns interessantes. E assim, os Backstreet Boys se foram...


Tempos depois, os quatro que ficaram, voltam com o álbum "Unbreakable", e nada de animação da minha parte.








Ainda acompanhei este gênero Pop por algum tempo com N'Sync, Boyzone, 5five e Westlife. Conhecí "Take That", bem mais antiga que os Backstreet Boys, e odiei com toda força o New Kids On The Block (step by step oh baby).  De lá pra cá escutei coisas bem diferentes de pop, embora nunca o tenha abandonado de vez. Às vezes tenho as minhas recaídas. Mas é certo que o atual cenário do pop não me atrai. Por mais que a Rihanna cante bonitinho, eu não suporto as músicas dela. A Beyoncé é tolerável porque ela ainda carrega uma bagagem vocal do Destiny's Child, que eu adoraaaaaaava. Isto também vale para Mariah Carey que se mesclou demais ao hip hop mas ainda canta como antes.


Esta exacerbação nas batidas do hip hop não me atrai tanto... Os Backstreet Boys já mostravam uma certa tendência (tanto nas roupas da primeira temporada, quanto na dança e na batida), mas não imaginei que eles apostariam em músicas assim. O novo álbum está cheio delas como "If I Knew Then". Há quem goste, e talvez faça um sucesso bacana já que hip hop é a modinha do momento, mas eu não me animo com isso. A única desta linha que achei legal é "This Is Us", que vou enjoar logo...  (detalhe)


O ponto positivo é a convergência. Há um pouco de house music e uma viagem descarada ao passado em "Bye Bye Love", "All Of Your Life" e "Masquerade", Também tem aquela música romântica bem no estilo antigo com "Shattered", e é justamente nesta última que sinto mais falta ainda da voz de Kevin Richardson fazendo os vocais graves. Você vai encontrar uma cuja melodia lembra um certo pop do U2 ou Keane, este é o caso de "Bigger". A surpresa maior é "P.D.A (Public Display of Affection)" cujo comecinho lembra hits da Amy Winehouse até que muda radicalmente para as melodias detestáveis de hip hop...


Agora, bem mais que antes, Backstreet Boys pulou para a lista de "coisas para se ouvir em academia". Sabe aquela música que de tão "normal", não serve para o set list da balada...e a gente acaba colocando no playlist da ginástica? Pois é. Triste... e eu nem faço ginástica  ¬¬'  


Como se não bastasse, ainda pegaram o gancho do Crepúsculo e agora são "Os Vampiros" protetores da humanidade na faixa título "Straight Through My Heart". Só falta afirmarem que são "vegetarianos".







Voltar ao que era vai ser difícil. Ser melhor então, mais ainda. E olha que isto não tem nada haver com o fato de ter saído da adolescência e preferir viagens. Os motivos são simples: O Nick está na sua pior fase musical; Howie ainda não se soltou... e tá mais cafona que nunca... [nem o Luis Miguel sabe fazer bem o tal "Amante Latino"]. E com o Brian sendo o mais novo infectado da Gripe Suína, só o AJ cantará por todos. Pelo menos ele continua bem... vamos ver até quando ele aguenta.


^^.

Rádio PUTZ!



"All we need is love
take a chance and rise above"



Há algum tempo atrás postei algo sobre a minha infância, e sobre a influência que grandes músicos exerceram nela. Um deles foi muito especial, e isso eu comentei aqui. E é sobre um dos seus filhos lindos que eu vou falar hoje.

Leonardo Areal, 26 anos, é estudante de Comunicação e nas horas vagas... DJ AREAL!

Ele criou uma web-rádio especializada em house e outros sons feitos para quem gosta de pistas de dança. A rádio utiliza a plataforma Streaming, ou seja, é distribuída em pacotes que podem ser recebidos em tempo real pelo usuário. E além de ser bem leve, vale a pena o clique: www.radioputz.com

Aproveitando minha veia Jornalística dos últimos dias, aqui vai uma entrevista curtíssima concedida por ele, direto do Rio de Janeiro, para este blog. Vê só:





Taninha: E aí Leo? Por que "Radio Putz"?
DJ Areal: Eu pensei em vários nomes, queria um nome que fosse fácil de gravar, fácil de pronunciar... mas não queria nada cafona. Aí me veio aquela idéia: "Putzzzz...! Nada melhor que Rádio Putz!!!"
Fica aquele pensamento. Pode ser "Putz...que rádio boa!", Ou "Putz...rádio horrorosa!"


Taninha: Então a intenção é deixar uma marca forte... e tá conseguindo? Como tá a participação das pessoas?
DJ Areal: Então... a intenção é essa mesmo. E até lembra o som da batida eletrônica.
O pessoal, em sua maioria, tem gostado. Só um amigo não gostou... Opinião dele, pensando em um mercado mais amplo, mas eu permaneci com o nome. Acho que o pessoal tá curtindo sim.


Taninha: Como funcionam os programas?
DJ Areal: Por enquanto estou sozinho e transmito a rádio de casa. Tenho um programa e ele vai intercalando as músicas. Os anúncios eu lanço ao vivo. Mas basicamente tem sido uma programação única. A rádio é voltada para música eletrônica, principalmente o House com todas as suas divisões (eletro, deep, progressive e etc). Mas estou sempre encaixando um Chill Out, Drum & Bass e outros sons que acredito serem apropriados, para não perder o estilo. Tô escrevendo muito?  (risos)


Taninha: A idéia de rádio on line surgiu a partir de quê? Foi uma daquelas ideias "putzzz" que vêm do nada?
DJ Areal: haha... então... o lance foi mais da necessidade de "aparecer".


Taninha: "Aparecer" como DJ ou Comunicador?
DJ Areal: Eu pensei em tudo. Aqui no Rio o mercado é meio complicado de se entrar. Comecei produzindo panfletos pra festas e aulas particulares. Mas papel, na maioria das vezes, a pessoa olha, amassa e joga fora. E custa um certo dinheiro... Então pra não ficar dependendo deste tipo de propaganda procurei outros meios.
Pesquisei sites de vários tipos, na maioria estrangeiros, onde DJ's se encontram e fazem apresentações ao vivo. Aqui no Brasil é tudo muito difícil e caro, mas consegui enfim começar e nesta pequena rádio coloco os sons produzidos por mim mesmo, e faço sets ao vivo.
E tudo isso tentando usar a mente de um futuro publicitário  (risos)


Taninha: Você falou de sites estrangeiros onde DJ's se encontram, como funciona isso? É uma rádio streaming ou segue modelos do tipo Podcast? Esses encontros já são feitos na Rádio Putz?
DJ Areal: A rádio é no mesmo estilo da minha. Só que nela há transmissões ao vivo de áudio e também de vídeo. Se o usuário tiver a configuração necessária, dá pra assistir as apresentações de qualquer lugar do mundo. A Rádio Putz ainda não tem tudo isso, mas eu posso receber DJ's convidados e tocar ao vivo.


Taninha: E quanto ao seu pai? Podemos esperar algo?
DJ Areal: Estou tentando remixar alguns sons do meu pai, que o meu irmão Elano me enviou. Quanto ao set, com certeza. Já estou fazendo.





***Leonardo Areal é filho de Edvaldo Borges, que por muito tempo
encantou Teresina com sua voz inigualável.***



Esperando o quê?  Acesse agora a rádio putz, e putzzz meeoo: curta!

Podcast das Divas!

Pra quem ficou super curioso em relação às três divas citadas, apresento-lhe o Podcast com canções delas!

Clique no player disponível na sessão "Nas Ondas do Rádio" e divirta-se!

Diana Krall ~ [Divas - Parte 2]


"If you see me walking down the street
and I start to cry each time we meet
Walk on by... walk on by..."

[Diana Krall]


A primeira vez que ouví Diana Krall, eu já nem lembro mais. Certamente foi ao gosto de uma pizza ou comida típica, em algum restaurante da cidade, quando você direciona os seus olhos às telas que exibem um show de músicas leves e um piano no centro do palco. Pouco tempo depois soube de suas músicas como trilhas sonoras de novelas, e só ouvia em casos raros, pois admito que ainda não tinha uma paixão tão pulsante pelo Jazz, na época em que eu só queria ouvir Rock n' Roll.


Bem, estou feliz em admitir que esse tempo passou. O meu respeito pelo rock continua o mesmo, mas o afago à minha necessidade de completo relaxamento mental e físico só se dá quando escuto um bom Jazz. É quando me sinto leve, uma verdadeira pluma, sem precisar de gritos ou pulos para o desabafo. Acho que o meu apego ao blues e ao Jazz se deve muito à vontade de ser discreta, clássica e sensível. Não sei dizer se sou assim, talvez (pelo menos de vez em quando). Quando a loucura e a vontade de sair por aí gritando "oiiiii" não me pega. kkkkkkk!


Como dizia uma amiga de ensino médio, "tenho fases como a lua" (By Cecília Meirelles). E hoje, na melhor das minhas fases, a voz e as canções executadas por Diana Krall estão presentes como: a lista do entardecer; ou as músicas da noite de estrelas que piscam para a minha taça de vinho. Chique? Não... isto é retrato de uma das minhas poucas noites alcóolicas, de muita paixão entre a música e eu. Só a doce melodia e eu. A estas ocasiões você pode adicionar Michael Bublé, Luis Miguel, Frank Sinatra e uma porção de outras coisas mágicas. Mas por enquanto, vamos falar da Diva.




Diana Jean Krall é canadense, e começou a tocar aos 4 anos. Ao que parece, sua influência sempre foi ligada ao Jazz, começando a estudar música bem cedo. Aos 15 anos já se apresentava nos bares com sua Jazz Band, e tempos depois ganhou uma bolsa, e mudou-se para cursar o que tanto desejava. Diana é casada com Elvis Costello, outro ferinha musical, mas de outro estilo (rock, new wave, punk), mãe de gêmeos, e considerada uma das melhores cantoras de Jazz do mundo.


De 1989 até agora, foram 13 discos lançados (fora os EPs e BSides). Diana compõe, mas sempre traz uma regravação em seus discos. O último, por exemplo, intitulado "Quiet Nights" faz referência à obra de Tom Jobim (numa versão inglesa da música "Corcovado"), apenas uma das composições brasileiras presentes no álbum. Em "Quiet Nights", Diana também traz uma versão completamente blues de "How can you mend a broken heart" dos irmãos Gibb (do grupo Bee Gees).


Faixa que também merece destaque é "Walk On By" que eu conhecia numa versão pop de Cindy Lauper, embora seja bem mais antiga. Esta canção é de 1963, foi musicada por uma ativista e cantora de Soul, chamada Dionne Warwick, e composta por Burt Bacharach (que já foi pianista de Elvis Costello e também assina a composição de um dos maiores sucessos de Diana Krall: "The Look Of Love"). "Walk On By" é a minha canção predileta do último álbum.


Em umas de suas apresentações pelo Brasil (num parque de SP), Diana declarou seu amor pela música popular brasileira, especialmente à Bossa Nova. E de lá pra cá tem arriscado umas canções em bom português. No último lançado, regravou "Esse seu olhar" (Jobim), com uma dicção no mínimo encantadora. De presente à nossa terrinha, além das homenagens do álbum, Diana está lançando o "DVD Live in Rio", e parte dele é o vídeo abaixo.




Bem, aqueles álbuns que considero os melhores, seguem abaixo. Dê um clique na imagem e boa audição!
...só não esqueça do aperitivo. =D


1 - "When I Look In Your Eyes" - De 1999, tem as minhas duas prediletas em termos de Jazz: "I've got you under my skin" (que você já deve ter escutado na voz de Frank Sinatra) e "I can't give you anything but love" muito conhecida na voz de Ella Fitzgerald imitando Louis Armstrong.
2 - "The Look Of Love" - De 2001, além da canção que dá nome ao disco, você também terá o prazer de ouvir "Cry me a river".
3 - "Quiet Nights" - 2009, Repleto de bossa nova e daquele blues gostoso de ouvir!






CeU - [Divas - Parte 1]

.
"...te pego sorrindo num pensamento
faz graça de onde fiz meu achego, meu alento
e nem ligo, como pode, no silêncio, tudo se explicar?"

[CéU]




Nos últimos dias percebi que tenho escutado muito vocal feminino, e em homenagem a estas musas que andam cantarolando nas ondas das minhas caixinhas de som, farei uma série de posts deixando o meu download predileto de presente para quem passar por aqui.

Pra começar, abra a janela (ou vá lá fora) e olhe pra cima. O que você vê?
hahaha... é! Vamos começar pelo céu. Mas em outro gênero... (gramaticopata mode=on)



Maria do Céu Whitaker Poças, que adotou como nome artítico CéU, é a brasileirinha que (por Deus Joseph Climber!) tem o timbre de voz mais belo de todas as brasileiras que já ouví. Claro que isto não desmerece o trabalho das outras, mas esta moça de Sampa, que vem de uma família de grandes artistas, tem enfeitado o seu repertório com inspirações que vão do Jazz, passando pelo samba e indo de encontro às músicas experimentais do Pernambuco, e neste siribolo de estilos diferentes ela consegue recriar coisas como raramente se vê por aqui.


Começou em 2002 e até agora lançou 2 álbuns e diversos EP's. Aos 29 anos, ela tem uma projeção internacional considerável, foi a única cantora brasileira com direito a selo Starbucks, e ainda faz shows de casa cheia pela Europa e Estados Unidos. Não posso nem escrever muita coisa porque, neste caso, você precisa ouvir...


Tomei a liberdade de pegar emprestado uma parte do Programa Zoombido (de Paulinho Moska), em que os dois cantam juntos a música "10 Contados" do primeiro álbum dela. Assistindo ao vídeo você vai entender o quão profunda pode ser a frase dita por ela numa entrevista à tv francesa, quando perguntaram se ela tocava algum instrumento. E embora ela saiba tocar piano e violão, ela preferiu dizer:


"Meu instrumento é a minha voz"





Caso queira baixar algum dos discos da CéU, clique no cd que desejar.
1 - Foi lançado em 2005, se chama CéU, e tem "Lenda" e "Malemolência".
2 - EP de "Cangote", lançado este ano. É uma prévia do último álbum, e o único que traz "Visgo daJaca".
3 - "Vagarosa", álbum lançado este ano. "Espaçonave", a última faixa do álbum, merece destaque.




CéU também fez uma participação mais que especial no álbum Sonantes. Um projeto de amigos que reúne Dengue, Gui Amabis, Pupillo, Rica Amabis e Maria do Céu, Em algo que eles classificam não como um álbum aguardado, mas como "consequencia do cotidiano". Em uma carta aberta, eles relatam que Sonantes é algo "afro, latino, cancioneiro, pernambucano, planetário, o disco que se coloca de maneira espontânea e imponente na linha evolutiva da música, ao valorizar a composição e a interpretação". Inspirador? Bem, você ainda não viu nada.

É mais um que vale a pena conferir. Você já sabe onde clicar...



;)
 
It's a beautiful life... © 2010 | Designed by Trucks, in collaboration with MW3, templates para blogspot, and jogos para pc