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A arte de Côgo









Neste fim de semana tive o prazer de conhecer um pouquinho das belas artes do carioca William Côgo . Ví os dois curtas produzidos por ele e procurei outras coisas. Acabei encontrando dados sobre concepts de artes bem conhecidas como "Sítio do Pica-Pau Amarelo", e da "Luluzinha teen e sua turma".


De acordo com seu blog, ele só entendeu o que realmente significava "ser ilustrador" quando foi aluno do grande Rui de Oliveira (brasileiro vencedor de 18 prêmios pelo mundo). 


O que me faz registrar sua arte aqui é a surpresa do chôro. Meu avô costumava tocar flauta pela casa, acompanhando o batuque do Pixinginha que pulsava na velha radiola. E isso ainda é muito forte pra família inteira. Todos ainda escutam nas festinhas de família e se balançam com o sopro. Ver algo que lembre isso é no mínimo bem engraçado! xD


Pois bem... deixarei os vídeos para que você também se encante com o ritmo, as cores e os traços do Sr. Côgo. Vai que você também lembra de alguma coisa né?



E o vento... Me levou!









Ficha Técnica
Produção Labareda Design  //  Animação Pedro Iuá  //  Finalização André Lordello
Música Pierre Descaves  //  Clean-up e Pintura Elora Soares  // Sonorização Leo Mendes








Alma Carioca: Chôro de Menino








Ficha Técnica
Produção Labareda Design  //  Roteiro e Direção de Arte William Côgo
Produtora, Som direto e Montagem Youle Produções

Música Pixinguinha, Caio César




*Vídeos disponíveis no Porta Curtas*

Rádio PUTZ!



"All we need is love
take a chance and rise above"



Há algum tempo atrás postei algo sobre a minha infância, e sobre a influência que grandes músicos exerceram nela. Um deles foi muito especial, e isso eu comentei aqui. E é sobre um dos seus filhos lindos que eu vou falar hoje.

Leonardo Areal, 26 anos, é estudante de Comunicação e nas horas vagas... DJ AREAL!

Ele criou uma web-rádio especializada em house e outros sons feitos para quem gosta de pistas de dança. A rádio utiliza a plataforma Streaming, ou seja, é distribuída em pacotes que podem ser recebidos em tempo real pelo usuário. E além de ser bem leve, vale a pena o clique: www.radioputz.com

Aproveitando minha veia Jornalística dos últimos dias, aqui vai uma entrevista curtíssima concedida por ele, direto do Rio de Janeiro, para este blog. Vê só:





Taninha: E aí Leo? Por que "Radio Putz"?
DJ Areal: Eu pensei em vários nomes, queria um nome que fosse fácil de gravar, fácil de pronunciar... mas não queria nada cafona. Aí me veio aquela idéia: "Putzzzz...! Nada melhor que Rádio Putz!!!"
Fica aquele pensamento. Pode ser "Putz...que rádio boa!", Ou "Putz...rádio horrorosa!"


Taninha: Então a intenção é deixar uma marca forte... e tá conseguindo? Como tá a participação das pessoas?
DJ Areal: Então... a intenção é essa mesmo. E até lembra o som da batida eletrônica.
O pessoal, em sua maioria, tem gostado. Só um amigo não gostou... Opinião dele, pensando em um mercado mais amplo, mas eu permaneci com o nome. Acho que o pessoal tá curtindo sim.


Taninha: Como funcionam os programas?
DJ Areal: Por enquanto estou sozinho e transmito a rádio de casa. Tenho um programa e ele vai intercalando as músicas. Os anúncios eu lanço ao vivo. Mas basicamente tem sido uma programação única. A rádio é voltada para música eletrônica, principalmente o House com todas as suas divisões (eletro, deep, progressive e etc). Mas estou sempre encaixando um Chill Out, Drum & Bass e outros sons que acredito serem apropriados, para não perder o estilo. Tô escrevendo muito?  (risos)


Taninha: A idéia de rádio on line surgiu a partir de quê? Foi uma daquelas ideias "putzzz" que vêm do nada?
DJ Areal: haha... então... o lance foi mais da necessidade de "aparecer".


Taninha: "Aparecer" como DJ ou Comunicador?
DJ Areal: Eu pensei em tudo. Aqui no Rio o mercado é meio complicado de se entrar. Comecei produzindo panfletos pra festas e aulas particulares. Mas papel, na maioria das vezes, a pessoa olha, amassa e joga fora. E custa um certo dinheiro... Então pra não ficar dependendo deste tipo de propaganda procurei outros meios.
Pesquisei sites de vários tipos, na maioria estrangeiros, onde DJ's se encontram e fazem apresentações ao vivo. Aqui no Brasil é tudo muito difícil e caro, mas consegui enfim começar e nesta pequena rádio coloco os sons produzidos por mim mesmo, e faço sets ao vivo.
E tudo isso tentando usar a mente de um futuro publicitário  (risos)


Taninha: Você falou de sites estrangeiros onde DJ's se encontram, como funciona isso? É uma rádio streaming ou segue modelos do tipo Podcast? Esses encontros já são feitos na Rádio Putz?
DJ Areal: A rádio é no mesmo estilo da minha. Só que nela há transmissões ao vivo de áudio e também de vídeo. Se o usuário tiver a configuração necessária, dá pra assistir as apresentações de qualquer lugar do mundo. A Rádio Putz ainda não tem tudo isso, mas eu posso receber DJ's convidados e tocar ao vivo.


Taninha: E quanto ao seu pai? Podemos esperar algo?
DJ Areal: Estou tentando remixar alguns sons do meu pai, que o meu irmão Elano me enviou. Quanto ao set, com certeza. Já estou fazendo.





***Leonardo Areal é filho de Edvaldo Borges, que por muito tempo
encantou Teresina com sua voz inigualável.***



Esperando o quê?  Acesse agora a rádio putz, e putzzz meeoo: curta!

Leques

Este é o ano dos meus leques!





Há quem diga que eles foram inventados na china, outros afirmam que sua criação partiu do Egito antigo. Uma coisa é certa: o leque é sinônimo de leveza, classe e muita sensualidade.



E eu agora tenho é TRÊS!!! haoauhaoueh!!! xD


O meu primeiro leque, ganhei da minha avó paterna Ozita. Quando eu era criança, costumava fazê-la companhia em suas visitas as amigas, e ficava extremamente encantada com o seu ato de retirar o leque da bolsa e gentilmente espantar o calor que fazia em Teresina. Para imitá-la, eu pedia à minha mãe que me ajudasse a fazer leques de papel. Todo jornal, revista, ou papel offset poderia ser obra-prima para os leques que eu fazia. ...haviam dezenas deles, de todos os tamanhos, espalhados pelo meu quarto.


Em uma de suas viagens, minha avó trouxe um leque japonês bem pequeno para mim, e isso me aproximou mais ainda dela e da cultura nipônica.


Mas minha avó é piauiense tá? kkkkkkkkkk! xD





Acordei cedo, e tinha um leque sobre um livro no meu colchão. =D Dei um salto!
Olhei o bilhete: "Seu tio Dácio deixou pra vc". Olhei a capa do livro e pensei "humm! mais um!!! =D", peguei o leque e o abri. waaaaaaaaaa!! dei outro pulo! xD lindoooo!!!


Muito lindo!!! xD Corri pela casa e nem poderia gritar, eram 5hs da manhã! xD Mas gritei pelo msn para os que estavam on line: "ganhei mais uuuuuumm!!!". Há quem diga que eu parecia criança com pirulito!


Antes desse, ganhei um outro leque no dia do meu aniversário, presente do meu amigo Emanuel Trusk. Também dei vários pulos, e ando com ele na bolsa o tempo inteiro. Este, foi o segundo leque do ano.


No comecinho de 2008, encontrei uma loja de artigos orientais em Parnaíba, onde comprei um "na-ogi" rosado. Ele é feito com 10 varetas de ébano (madeira aromática) e um tecido que de tão fino e forte parece papel. À princípio, seria o meu primeiro leque, comprado com meu próprio dinheirinho. Só que ao chegar em casa, ví que se tratava de um artigo muito valioso para ser meu. E resolvi dar de presente para A Senhora Ozita Bezerra, que delicadamente me ensinou a gostar de leques.


Agora tenho 3! ..........................=D






E aproveito para fazer um apelo ambiental, postando aqui a foto que ví no blog Toque Social do Publicitário Carvalho Jr., que ele classifica como "idéia simples, genial e interativa", e não está muito distante do minha mãe me ensinou na infância...


Economize energia, fazendo o seu próprio vento. E sinta a natureza mais perto...


;D
 
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