A arte de Côgo









Neste fim de semana tive o prazer de conhecer um pouquinho das belas artes do carioca William Côgo . Ví os dois curtas produzidos por ele e procurei outras coisas. Acabei encontrando dados sobre concepts de artes bem conhecidas como "Sítio do Pica-Pau Amarelo", e da "Luluzinha teen e sua turma".


De acordo com seu blog, ele só entendeu o que realmente significava "ser ilustrador" quando foi aluno do grande Rui de Oliveira (brasileiro vencedor de 18 prêmios pelo mundo). 


O que me faz registrar sua arte aqui é a surpresa do chôro. Meu avô costumava tocar flauta pela casa, acompanhando o batuque do Pixinginha que pulsava na velha radiola. E isso ainda é muito forte pra família inteira. Todos ainda escutam nas festinhas de família e se balançam com o sopro. Ver algo que lembre isso é no mínimo bem engraçado! xD


Pois bem... deixarei os vídeos para que você também se encante com o ritmo, as cores e os traços do Sr. Côgo. Vai que você também lembra de alguma coisa né?



E o vento... Me levou!









Ficha Técnica
Produção Labareda Design  //  Animação Pedro Iuá  //  Finalização André Lordello
Música Pierre Descaves  //  Clean-up e Pintura Elora Soares  // Sonorização Leo Mendes








Alma Carioca: Chôro de Menino








Ficha Técnica
Produção Labareda Design  //  Roteiro e Direção de Arte William Côgo
Produtora, Som direto e Montagem Youle Produções

Música Pixinguinha, Caio César




*Vídeos disponíveis no Porta Curtas*

Leia Mais...

Backstreet's Back All Right?


No...

"And now I'm shattered
from the chip in my heart

kept taking it 'till it broke"


[Backstreet Boys]









Uma das mais belas lembranças da minha adolescência envolve os Backstreet Boys e a descoberta de algumas facetas como a sensualidade, as paquerinhas no shopping, o primeiro amor... e o primeiro fora. Depois do primeiro fora, a mudança pode ser tão grande que você nunca mais será a mesma.


Lógico que isso também depende do meio. Talvez se minhas conselheiras tivessem sido outras, as coisas hoje não seriam as mesmas. Conversava muito com a minha mãe, tínhamos uma relação de irmãs. Mas também conversava muito com algumas amigas tão sonhadoras e otimistas quanto eu. E naquela época, era comum trocar o mocinho que te deu um fora, pela atenção inebriante que um artista poderia dar a você. É coisa de segundos, que ultrapassa os limites da câmera, e encantava meus olhinhos com tanto carisma (ou teatro...como queira) e talento.


O fato é que o mundo de sonhos começou a tomar conta de mim. E eu me perdi nele.
Enquanto a minha prima Carla dizia que casaria com o Nick Carter, eu dizia que casaria com o Kevin Richardson, e nós seríamos as pessoas mais felizes, viajando o mundo inteiro com os nossos maridos perfeitos... hahahahaha!


Ela desistiu da ideia (virou forrozeira) e eu continuei apreciando as obras dos rapazes de Orlando. Daí já não pensava em casamento, e muito menos no quanto eles eram bonitinhos. A beleza caiu na rotina, mas o som produzido ainda não havia tomado este rumo. Nesta mesma época eu já me interessava pelo canto, e era completamente apaixonada por vocalizações de pequenos grupos. E os Backstreet Boys sabiam fazer isso muito bem...







Eu gostava muuuuito de Pop (coisa que um certo LP da Madonna me ensinou bem), e as infinitas possibilidades em relação ao canto e às danças me impulsionavam a cada vez mais consumir este "produto" mesclado a outros estilos ou não. Depois dos dois primeiros álbuns (BSB e Backstreet's Back) veio Millenium, Black and Blue, Never gone, e alguns singles... todos com uma evolução vocal incrível, principalmente de Brian Littrel, AJ McClean e Kevin Richardson. 


Daí a coisa esfriou, e a banda entrou em um hiato inexplicável. Com o cd solo de Nick (em 2002) e o cd solo de Brian (em 2006), vem a pior notícia: Kevin sai da banda. Bem aí eu imaginei o enterro de uma série de álbuns interessantes. E assim, os Backstreet Boys se foram...


Tempos depois, os quatro que ficaram, voltam com o álbum "Unbreakable", e nada de animação da minha parte.








Ainda acompanhei este gênero Pop por algum tempo com N'Sync, Boyzone, 5five e Westlife. Conhecí "Take That", bem mais antiga que os Backstreet Boys, e odiei com toda força o New Kids On The Block (step by step oh baby).  De lá pra cá escutei coisas bem diferentes de pop, embora nunca o tenha abandonado de vez. Às vezes tenho as minhas recaídas. Mas é certo que o atual cenário do pop não me atrai. Por mais que a Rihanna cante bonitinho, eu não suporto as músicas dela. A Beyoncé é tolerável porque ela ainda carrega uma bagagem vocal do Destiny's Child, que eu adoraaaaaaava. Isto também vale para Mariah Carey que se mesclou demais ao hip hop mas ainda canta como antes.


Esta exacerbação nas batidas do hip hop não me atrai tanto... Os Backstreet Boys já mostravam uma certa tendência (tanto nas roupas da primeira temporada, quanto na dança e na batida), mas não imaginei que eles apostariam em músicas assim. O novo álbum está cheio delas como "If I Knew Then". Há quem goste, e talvez faça um sucesso bacana já que hip hop é a modinha do momento, mas eu não me animo com isso. A única desta linha que achei legal é "This Is Us", que vou enjoar logo...  (detalhe)


O ponto positivo é a convergência. Há um pouco de house music e uma viagem descarada ao passado em "Bye Bye Love", "All Of Your Life" e "Masquerade", Também tem aquela música romântica bem no estilo antigo com "Shattered", e é justamente nesta última que sinto mais falta ainda da voz de Kevin Richardson fazendo os vocais graves. Você vai encontrar uma cuja melodia lembra um certo pop do U2 ou Keane, este é o caso de "Bigger". A surpresa maior é "P.D.A (Public Display of Affection)" cujo comecinho lembra hits da Amy Winehouse até que muda radicalmente para as melodias detestáveis de hip hop...


Agora, bem mais que antes, Backstreet Boys pulou para a lista de "coisas para se ouvir em academia". Sabe aquela música que de tão "normal", não serve para o set list da balada...e a gente acaba colocando no playlist da ginástica? Pois é. Triste... e eu nem faço ginástica  ¬¬'  


Como se não bastasse, ainda pegaram o gancho do Crepúsculo e agora são "Os Vampiros" protetores da humanidade na faixa título "Straight Through My Heart". Só falta afirmarem que são "vegetarianos".







Voltar ao que era vai ser difícil. Ser melhor então, mais ainda. E olha que isto não tem nada haver com o fato de ter saído da adolescência e preferir viagens. Os motivos são simples: O Nick está na sua pior fase musical; Howie ainda não se soltou... e tá mais cafona que nunca... [nem o Luis Miguel sabe fazer bem o tal "Amante Latino"]. E com o Brian sendo o mais novo infectado da Gripe Suína, só o AJ cantará por todos. Pelo menos ele continua bem... vamos ver até quando ele aguenta.


^^.

Leia Mais...

Leona em Terehell



Leia Mais...

Journalfiction - Um paraíso para quem?



"All perfect light and promisses gotta hold you
a new sensation, a new sensation right now"
[INXS]





Há alguns dias a turma recebeu um convite interessante. Numa manhã de sábado, estaríamos todos no mesmo bat-local para assistir a um filme e discutir sobre o tema que ele propõe. E muita gente aceitou. Não sabíamos exatamente do que se tratava, e eu preferi nem imaginar que tipo de filme seria.


Foi surpreendente. Tanto que resultou num texto lido por alguns amigos e solicitado por várias vezes a publicação dele aqui no blog. E hoje... eu decidi publicá-lo.  ;D




Para ler, clique na imagem que corresponde ao filme, ou aqui.


;D




*** Arquivo disponível em pdf ***

Leia Mais...

ConfeCOM








Na última quinta-feira alguns alunos que cursam Comunicação Social (e suas variáveis) nas instituições de ensino superior do Piauí estavam presentes no auditório da Faculdade Santo Agostinho (FSA) para ouvir, refletir e finalmente entender o que é a tal Conferência Nacional de Comunicação, como se constitui e que importância ela tem para nossa vida enquanto profissionais e/ou acadêmicos. 


O bate papo começou com Oscar de Barros (Presidente da fundação CEPRO) que fez uma breve introdução sobre o termo "conferência" e falou da evolução e obtenção de recursos através de ideias expostas nestes encontros, citando como principal exemplo a conferência de saúde, que já proporcionou diversas melhorias, embora ainda tenha suas falhas.


Depois a palavra foi passada ao Professor Jessé Barbosa, que explicou as diferenças entre instituições públicas, municipais e estatais. Com uma pitada de humor (não é essa Maria Rita....kkkk!) e muitas informações pertinentes ele nos explicou como e por que devemos praticar o controle social... que por sinal não tem absolutamente nada haver com manipulação ou censura. Com certeza é um primeiro passo, que se fosse feito por todos, muita coisa já haveria mudado.





O próximo a palestrar foi o Professor Ms. Orlando Maurício Berti. Como sempre, Orlando inflama com suas frases de impacto, e deixa alguns motivados demais e outros com muito ódio....(oauheoauehaoeuh!) Mas eu adoooro! E concordo demais com esse desejo de não ser peão. O Professor Orlando foi além, começou com perguntas básicas do tipo: "O que é Comunicação?". E seguiu guiando cada um através dos paradigmas e perspectivas. A medida em que os slides iam evoluindo as perguntas provocavam reflexões cada vez mais profundas. E a indignação finalmente se fez refletida. Foi aplaudido diversas vezes.


Por último, e não menos importante, João de Moura (Sinttel) falou das telecomunicações e do projeto de universalização da telefonia, que prevê a instalação de um telefone fixo em cada residência e a melhoria do sinal telefônico em toda a extensão territorial do estado. O sonho de qualquer pessoa, já que é um direito de todos. Se na capital o sinal de internet já é terrível, imagine então no interior do Piauí?







Muita coisa interessante foi pontuada, desde as concessões (tv, rádio e telefonia) até o direito à Comunicação que é um tópico dos direitos humanos (Onu), e que no entanto é privilégio de poucos. Educomunicação, interatividade, tv digital, inclusão tecnológica social, e responsabilidades do comunicador. Estes e outros pontos ainda serão discutidos no encontro territorial da semana que vem, que irá decidir que ideias os representantes do nosso estado irão levar para a conferência nacional.


Algumas conferências territoriais no interior do estado já foram feitas, hoje e amanhã será a vez de Floriano contribuir e, por fim, será realizada em Teresina nos dias 25 e 26 de setembro. Lembrando que este encontro da FSA foi apenas uma convocação para o evento do dia 25, que se não me engano será realizado na Facime.


Uma carta de mobilização está sendo repassada por email, e caso vc queira ler, tal mensagem está disponível Na Central .




Mais info: 


Leia Mais...

© 2008 Por *Templates para Você*